Olá a todos,
Tenho um XF de Junho de 2008 com 120.000 km e já me dou ao luxo de não dar a miníma atenção aos avisos no painel.
São tantos e tão diversos que deixei de lhes dar importância.
Sabem como procedo? Cada vez que aparece um aviso, paro o carro e desligo-o. Saio do carro, tranco-o, destranco-o e torno a entrar. Normalmente os avisos desaparecem. Já tive ocasiões em que não desapareceram mas como nem a Jaguar, nem eu, sabemos o que se passa, continuo a andar.
Tenho pequenos e grandes problema desde que o carro chegou, alguns demoraram dois anos a ser resolvidos. Costumo dizer que o carro já não é o original, tanta coisa foi substituída.
Resta-me esperar a oportunidade de trocar de carro. Tive a oportunidade de ter um Jaguar, que foi sempre a minha marca favorita mas lá vou voltar aos alemães. Como diz um amigo, Jaguar é mais bonito que bom...
Tenho amigos com XF que nunca tiveram probelemas, tive azar...ok
Abraço.
Não me parece que seja a melhor ideia, de solucionar os problemas ignorando-os.
Em relação aos alemães, e infelizmente estando eu de momento inserido no meio automobilistico direi que nenhuma se safa, a começar pelos proprios alemães. Conheço um BMW S1 com 40 000kms que já tem uma factura superior a £5000 de arranjos não cobertos pela marca, conheço uma Audi A4 que tem sido uma desgraça, e dos Mercedes nem se fala especialmente a classe E. Ironicamente é a Opel/Vauxhall que se vê com menos problemas.
Em relação ás oficinas de marca, já nada é como antigamente, esperiencia propria a falar. Mais vale um bom mecânico do que uma má oficina.
Quando á uns anos tive um problema na injecção de um DD6 S2 a unica solução foi traduzir um site quase completo para o meu mecanico se entender com aquilo.
Agora digam-me se os mecanicos das marcas gostassem mesmo do que fazem não tiravam umas horas livres na net em casa a pesquisar a solução de um problema. Poderiam não poderiam?
Pois mas não fazem...
Depois ouço alguém a dizer que o inglês é calão, e não dá nem mais um minuto á casa. Digo exactamente o contrario pois vivo e trabalho nos dois lados da barricada, e o lado inglês neste momento é mais saudavel neste campo.
Tudo começa de cima, e se o topo da cadeia não dá o esemplo, então não vão ser os empregados por carolice que os vão solucionar.
Tudo se resume a uma questão de
Sensibilidade e Bom Senso!